domingo, 31 de janeiro de 2010

Adeus, você.

Você fez o que todos os homens fazem com as mulheres. Você me deixou.
Mas me marcou tão profundamente essa deixa. Eu confiava mais em você do que nas minhas melhores amigas, eu te dizia tudo, e ouvia tudo também, os conselhos, as broncas, as implicâncias...
Mas você me deixou. O que tem Belo Horizonte pra fazer separar as pessoas desse jeito? Você não precisava ir pra lá. Era só ficar aqui que tudo ficava bem. Pelo menos da minha parte, ia ficar tudo a mil maravilhas.
Se lembra de como nós ficamos amigos? Você tava de rolo com uma de minhas melhores amigas. E eu ajudando tudo. Vocês ficaram juntos 9 meses e depois acabou. E nós ficamos amigos. E não nos separamos mais. E foi lindo! E agora você tá indo pra onde ela está. E não é lindo.
Mas tudo bem, como sempre, eu vou superar.
Mas, só pra você saber, eu nunca chorei tanto. Nunca chorei como eu chorei quando soube que você ia se mudar. E nunca chorei como hoje, depois que eu me despedi de você.
Eu to cheirando você. Sabe, eu gosto disso. Cheiro de homem e tal. Ainda mais o homem sendo você. Meu melhor amigo. Preste bem atenção, mesmo você me deixando, eu estou aqui. Pra quando você precisar. Pra qualquer coisa. Porque eu te amo, amor. Te amo muito. Como eu acho que nunca amei ninguém na vida. Espero que você se lembre de mim.
E sei que você me ama também. Sem querer ser presunçosa e tal. Sei que você não está indo por não me amar. É pro seu futuro, não é mesmo? E quero que ele seja brilhante. Você merece, amor. Você merece tudo.
Você se mudou, e levou um pedaço enorme do meu coração com você. Cuide bem dele.

sábado, 30 de janeiro de 2010

Estou apaixonada. É aquela paixão ardente que não me abandona. Dia, noite, noite e dia. Domina meu pensamento e meu corpo. Estou totalmente à mercê dessa paixão. Faço tudo que for necessário para que ela não acabe. Para que nada nos separe. Não é só paixão, é amor! O mais puro amor.


Estou apaixonada. Apaixonada pelas palavras.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Nunca, eu disse nunca, saia de uma cirurgia falando que adora aquele estado de [in]consciência.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Cadê você?

Nunca pensei que fosse sentir tanta falta assim de uma pessoa. Mas, incrivelmente [ou não], esse sentimento está me consumindo. Nada está como antes. Minha vida não está como antes sem suas risadas, seus abraços demorados e perfeitos, seus sorrisos, nossas conversas, seu inglês (!), os desabafos, os xingamentos carinhosos, as brincadeiras...
Lembra de quando você sentava do meu lado? Era tão bom passar a aula inteira conversando, receber broncas e não estar nem aí! Mesmo você sempre sendo esse serzinho ignorante, a sua presença sempre foi perfeita.
E o gosto musical? Ah, naquela sala era o único que salvava. Agora estou lá, sozinha, cantando as músicas boas e lembrando de você.
Acabei de receber um "aaai, Clara, que abraço gostoooooooooso! Ai, vai ser bão assim lá longe!". Do jeitinho que você fala, sabe? Me bateu uma mega saudade de você. E o abraço da pessoa era bom, mas não chegava aos pés do seu.
Eu sei que a gente briga muito, mas a amizade é forte e há de aguentar tudo isso.
Acho que nunca dizia isso quando você estava aqui. Mas, veja bem, eu amo você. E amo muito. Sabe aquela frasezinha: "A gente só dá valor quando perde"? Não que eu não desse valor, mas agora eu aprendi a dar mais (sim, joguinho de palavras em sua homenagem! haha)
Espero que você guarde aquela cartinha que eu te mandei. E que sempre se lembre de mim quando estiver precisando de uma amiga, para qualquer coisa (ou não, né)
Eu te amo demais, amoreco, e estarei sempre ao seu lado. E repito sempre: você faz uma falta de matar.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

2010

Eu tinha feito um post pra terminar 2009, mas não postei. Também porque o ano acabou, passou, já era. É, o post tava lindo, falando dos milhões de amigos que eu fiz e que não esquecerei; dos bons momentos que passamos juntos. Mas, se a amizade é boa, tenho certeza de que eles sabem que fizeram a diferença no meu 2009 e que nunca os esquecerei. E não vou citar nomes, nem datas. E fim. Chega de demora e vamos para os planos de 2010:
É um ano par, portanto não to esperando muita coisa não, né. Mas já que desejar e planejar não mata ninguém, eu quero amor esse ano. Amor demais. Quero explodir de amor! Aventura, correria, risadas, cambalhotas, novos bons amigos. Eu quero liberdade. Festas. Emoção. Felicidade. Nada de tristeza. Em 2010, eu quero que a tristeza tenha fim, e a felicidade não.
Eu quero não ter que pensar antes de fazer as coisas, quero simplesmente fazer e não pensar nas conseqüências, quero viver minha vida em paz. Do jeito que eu tiver vontade.
Em 2010 eu não quero ninguém pegando no meu pé. Mas eu quero um namorado. Desde que ele não pegue no meu pé, tudo bem.
Eu quero chuva, em 2010. Chuva pra lavar tudo que eu fiz e que não gostei de fazer em 2009. Foi assim que eu terminei o ano, sabe. Debaixo de chuva. Pra me purificar, me tirar as coisas ruins.
Eu quero muita música, muita banda boa! E, pelo amor de deus, eu quero passar no intercâmbio!
E nada de sofrimento em 2010! Ano novo, década nova, vida nova, e nada de sofrimentos antigos! E dispenso os novos também.
Esse ano eu não quero me preocupar com o meu coração, não no sentido figurado de coração, no sentido literal mesmo. Não to tem aí pro meu colesterol e foda-se o meu coração, meu ouvido e tudo mais!
Eu quero é viver feliz e contagiando todo mundo com minha felicidade.
Eu quero vocês, meus amigos, nesse ano de 2010.
Quero TODOS vocês comigo em 2010.
E fim.


quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Pois é.

Para alguns, um ano é muita coisa. Para outros, não é nada. Vai depender muito da situação. No momento, um ano é muito pouco, foi muito pouco, rápido demais.
Te confesso que antes da gente se conhecer, eu entrava lá no seu blog e ficava encantada com seus textos. Até que resolvi te procurar no Orkut. Achei, e me apaixonei instantaneamente pela sua foto. É sério. Era emocionante te ler e depois ir ver sua foto. Até que criei coragem e comentei no seu blog. Há um ano, exatamente. O primeiro de vários comentários. Você não devolveu o comentário, só deixou um recadinho no meu Orkut (quase infartei) perguntando se era eu a garota do comentário. Respondi que sim e acabou por aí.
Algum tempo depois eu comentei de novo e você me adicionou no Orkut. Só não vou dizer que dia foi pra você não se assustar, mas, que fique claro, eu me lembro. Achei o máximo ver aquela foto que eu amava pedindo para ser minha amiga, com direito a uma carinha (;D).
Foi daí que começou tudo, nunca imaginei que você pudesse ser tudo aquilo que eu descobri que era. A cada conversa, eu me identificava mais com você, e acabei chegando a conclusão de que você não era real. Era perfeito demais. Só que, por fim, eu descobri que era real e que continuava a ser perfeito, quando a gente decidiu que só por MSN não dava mais enquanto tínhamos amigos em comum, morávamos na mesma cidade e queríamos tanto nos conhecer pessoalmente. É, nós nos conhecemos e eu, naturalmente, me lembro que dia foi.
O certo seria que a partir de então, nós tivéssemos começado a nos ver umas três vezes por semana e tudo mais. Nem foi, como você mesmo disse uma vez “nossa freqüência de encontros é um a cada cinco meses”. Tirando o exagero, era pouca coisa mesmo. Mas nem por isso eu deixei de te considerar a pessoa mais incrível do mundo, cada vez mais.
Como é de se esperar, tratando de mim, eu já estava loucamente apaixonada por você. Eu só não sabia. Mas acho que não era aquela coisa urgente, sabe? Nunca foi. Acho que já te disse isso. Era um amor quase platônico. Quase.
Daí começou aquela ligação que a gente tinha, se lembra? Aquela coisa inexplicável, mas que me fazia ter mais certeza de que fomos feitos um para o outro, independentemente de como isso se manifestasse. Não consigo definir o que era, mas era. E era especial. E nessa época começaram as cartas. E em uma delas, você definiu nossa ligação como fruto do amor. Daquele amor que rege o universo. Concorda? Plenamente. Só podia ser.
Sabe aquele amor que eu não sabia que sentia e que era quase platônico? Então, chegou um dia que eu descobri que o sentia e que não era quase platônico. Eu também me lembro da data. Não foi uma grande descoberta, sabe? No fundo eu já sabia. Mas também, não mudou muita coisa eu descobrir, já que você estava renamorando. Não importava, eu que já tinha convivido muito tempo com aquilo, poderia conviver um pouco mais.
E cada vez mais, eu me surpreendia com você. Se lembra do que você me deu de aniversário? Foi o melhor presente que eu ganhei, sem dúvida. Primeiro aquela cartinha-bilhete toda criativa com aqueles pedaços de músicas que, até hoje, ao ouvi-los eu me lembro de você. Segundo, nunca te contei, mas sabe o Sou? Ele é o primeiro da minha pilha de CD’s no meu quarto, e está sempre virado para o lado do Nós. Nós. Nada mais bonito e apropriado, não?
Falando em Sou, foi você que praticamente formou o gosto musical que eu tenho hoje. Começando por Los Hermanos, uma das minhas bandas favoritas, sem dúvida. Depois, por aquelas músicas no meu pen drive. (Acho que nunca vou mudar o nome daquela pasta, é incrível!).
Foi nas férias que comecei a ter certeza de que você nasceu pra mim e vice-versa. Aí sim, a gente se via umas três vezes por semana. Desde aquele dia que eu chorei no seu ombro por causa do filme, lembra? Eu sim, até do dia. E foi nesse mesmo dia que eu conheci um cara que hoje considero um dos meus melhores amigos, que é seu amigo também. E foi daí que começou. Aquele shopping deve ter se cansado da gente. A gente não fazia nada de muito complicado, só ia, ficávamos sentados lá, conversando, felizes e saltitantes. E esse nosso amigo botava a maior fé na gente. E aquilo foi me dando esperança. E você, cada vez mais apaixonante. Acho que foi mais ou menos nessa época que começaram as músicas. Me lembro de todas e até há algum tempo, eu não conseguia ouvir nenhuma delas. Ando meio desligado, Dois, Mesmo quando a boca cala, Condicional, e depois, Devolve, moço e Por onde andei. Sabe, hoje eu as escuto e me sinto bem. Acho que tudo valeu a pena. Foi um romance de conto de fadas, eu imagino. Meio utópico.
Eu costumava chorar. Acho agora que não é necessário. Acho que é preciso olhar para trás e ver que foi tudo muito bom, e que é preciso que eu guarde isso comigo. Nem a palavra “recíproco” eu falava mais. Ridículo, né? Eu sei. Não se sinta mal, eu me apeguei às coisas boas. Acho digno. Mas você sabe o porquê de eu ter me recuperado depois de tudo? Foi o medo de te perder. Eu sofreria muito mais se você simplesmente parasse de falar comigo e tudo mais. Ia ser doloroso demais. Mas aí eu cansei de sofrer por você. Se a gente já não sabe mais chorar, o que resta é rir um do outro, meu bem. Eu sei que às vezes, eu preciso puxar a sua orelha pra você não mudar comigo, pra você continuar do jeito que era antes. Mas nesse aspecto eu assumo: sou egoísta. Não que eu queira você inteiramente pra mim, só não quero que se esqueça de mim, de que eu existo, entende? Eu sei, pode parecer dramático demais, mas eu falo sério. Eu teria um negócio, um ataque do coração ou algo pior. Só espero, realmente, que meu planinho de tomar um café com você em alguns fins de semana daqui alguns anos para que nós possamos conversar, lembrar dos bons tempos, reler as cartas (que você não me manda mais) funcione. Ia ser bom demais. Fico até pensando se eu mereço você, porque você sabe, eu me considero uma porcaria: chata, inútil, insignificante, feia e etecétera. Você não merece isso. E, de novo, vem o egoísmo. Eu só te peço, não me largue, não me esqueça, não suma.
Já te chamei, e às vezes ainda chamo, de alguns nomes. Uma mistura de amor com o finalzinho do meu antigo e-mail (eu me lembro da data que você inventou isso), o jeito que sua sobrinha (que eu ainda vou roubar pra mim) te chama e raramente, de uma mistura do seu nome com gostoso. Sem muita complicação:
Parabéns para nós, Amorzexty. E feliz um ano do primeiro comentário, Titico. Que venham mais algumas dezenas de aniversários como este, Thiagostoso. Eu só quero o seu bem, estou aqui pro que der e vier. Eu amo você, Thiago.

“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas” – O Pequeno Príncipe.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Está na hora de apagar as velinhas.

É incrível como uma pessoa entra na nossa vida e em pouco tempo a modifica de uma forma meio maluca. Mas foi o que aconteceu, sabe. E hoje essa pessoa faz aniversário.
Luana, Leãozinho, Gata Selvagem, Loura Sedução [?] entre outros. É, essa coisinha porra louca (como gosta de se definir) entrou na minha vida. Entrou, mas não vai sair. E hoje, faz 16 anos.
Sei que todo mundo deseja felicidades, amor, dinheiro e tudo mais. Mas quase sempre é só da boca pra fora. Falar que é sincero também está sendo banalizado. Mas espero que o mundo acredite que há verdade no que falo, porque tipo, É verdade!
Então, para a pessoa mais feliz e saltitante do mundo:
Lulu, eu te desejo a vida. Te desejo músicas, te desejo gargalhadas, aventura, sorrisos, estrelas, pores-do-sol, bolos Clara-Lua-Rosa (há!), sapatos cor-de-rosa e aviões de papel. Te desejo o inusitado, o diferente. Convenhamos, você não é tãão normal assim, não é mesmo? haha
Além do mais, você conseguiu se tornar uma das minhas melhores amigas em tão pouco tempo que até tá merecendo esse post de aniversário (que você quase me obrigou a fazer). Mas tirando as gracinhas e tudo mais, quero que você saiba que é essencial pra mim, e que não consigo imaginar como seria minha vida sem suas besteiras, invenções e tudo mais.
E agora, 16 anos. Rola toda uma coisa de Autorização, sensação de liberdade, virando mocinha nos olhos das autoridades e tal. Tá, beleza. As pessoas desejam juízo pra essa fase. Quer sabe? Eu não desejo não. Com juízo você perde as melhores coisas da vida (não que eu entenda muito disso, mas eu imagino, não é?), então quero que você aproveite muito! Faça tudo que vier na cabeça, cometa loucuras, desrespeite a lei, não se importe. Sabe porque eu te desejo isso? Porque eu sei que você tem juízo suficiente pra isso, e que você merece aproveitar a vida. Não imagino você sendo forçada a fazer algo que não quer, por exemplo. E também, se algo acontecer, eu estou aqui. Pro que der e vier. Amigas são pra isso, não é? Pois bem, conte comigo. Não estou dizendo pra ser agradável, eu quero que conte comigo. Pra rir, chorar, fazer bolos, contar bafões e tal. haha
Enfim, eu amo você, Luana. [E sei que você me ama também. haha] E te desejo feliz aniversário. Não porque eu quero que você tenha só o aniversário feliz, entende? Quero que você continue feliz assim, MUTO feliz assim. hasduifhaisu
Estou aqui, amorsh, não se esqueça.